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Arquitetura de Estruturas

Descrição dos Materiais

Sistema e dessalinização

O sistema de salinização de água é crucial para transformar água salgada em água potável, atendendo à crescente demanda por recursos hídricos em áreas costeiras ou regiões com escassez de água doce. Este processo, essencial para garantir o acesso à água potável, envolve a remoção de sais e impurezas da água, tornando-a segura para consumo. O sistema de salinização proposto é composto por quatro estágios de filtragem, que garantem uma purificação eficiente e eficaz.

O estágio de filtragem possui três filtros: o filtro de polipropileno, que retém partículas grandes e impurezas visíveis, seguido pelo filtro de carvão ativado, que elimina cloro, substâncias químicas e compostos orgânicos, melhorando o sabor e odor da água. O filtro de resina mista vem em seguida, removendo metais pesados e outros contaminantes. O último estágio conta com uma membrana osmótica, que realiza a remoção dos sais e outras partículas dissolvidas na água por meio de um processo de osmose reversa. Para garantir a circulação contínua da água através desse sistema de filtragem, uma bomba d'água é utilizada para manter o fluxo e pressão ideais, assegurando o funcionamento eficiente e a purificação da água.

Com esse conjunto de tecnologias, o sistema proporciona uma solução eficaz para a obtenção de água potável, contribuindo para a sustentabilidade e a segurança hídrica.

Circuito Hidráulico

O circuito hidráulico, apresentado na imagem abaixo, desmonstra o trajeto do sistema de água desde a sua entrada. Os componentes ilustrados serão comentados de forma mais detalhada nos tópicos abaixo.

Figura 1: Circuito Hidráulico.

Materias

Para a construção do dessalinizador foram utilizados filtros comerciais, bomba d´água de alta pressão, um reservatorio de água, e uma gaiola de metal onde o sistema ficará acomodado. Estes descritos detalhadamente abaixo.

Filtros

Como dito anteriormente o sistema de dessalinização será composto por quatro estágios, filtros de polipropileno, carvão ativado e resina mista, mais uma membrana osmotica. A sequencia de filtragem corresponde a ordem postulada. E os filtros são componentes comerciais que seguem as diretrizes e normas do INMETRO (ASME B16.34, ASME VIII-1)

Filtro de polipropileno

Este filtro é ideal para filtração da água, com a finalidade de retenção de partículas sólidas como areia, barro, limo ou grãos de impurezas. O conjunto escolhido já veem com o elemento filtrante e carcaça.

Dimensões e parametros:

  • Elemento filtrante de Polipropileno Liso, 10” x 2 ½”
  • Diâmetro interno: 28mm
  • Diâmetro externo: 63,5mm
  • Vazão: até 1000 litros por hora
  • 5 micras
  • Altura da carcaça (medidas externa): 33 cm
  • Diâmetro da carcaça (medidas externa): 12 cm
  • Material da carcaça: 100% policarbonato
  • Temperatura máxima de trabalho: até 60°C
  • Pressão máxima de trabalho: até 7 Kgf/cm²
  • Conexão de entrada e saída: rosca 3/4"
  • Compatível com filtros cartucho modelo: 10" x 2 1/2"

Dados obtidos a partir do site e fornecedora Liquid Filtros

Filtro de Carvão Ativado

A Filtração com Carvão Ativado, CarboBlock bloco de carvão tem como característica principal a absorção para redução de cloro, turbidez, cor, e odor de produtos orgânicos dissolvidos na água.

Dimensões e parametros:

  • Meio Filtrante Carvão ativado em bloco ou granulado.
  • Corpo e fechamento polipropileno.
  • Vedação BunaN
  • Temp. Trabalho até 60C.
  • Grau de filtração 5 micras.
  • Pressão máxima de trabalho até 7 Kgfcm.
  • Fabricado 100 com carvão ativado. Retenção de cloro 75
  • Fluxo máximo de água 300 litroshora

Dados obtidos a partir do site e fornecedora Filterinter

Filtro de Resina Mista

A resina mista é utilizada para desmineralização da água, com a finalidade de retenção de ions positivo e negativo. O processo de troca iônica baseia-se no emprego de resinas sintéticas, onde as mesmas retem os sais dissolvidos na água por meio de uma reação química, liberando íons equivalentes para água.

Dimensões e parametros:

  • Carcaça transparente 10" x 2 1/2"
  • Cartucho deionizador 10" x 2 1/2"
  • Resina Mista MB478/475 380g/0,6L (As resinas mista Purolite MB475 e MB478 são composta de 50% resina catiônica e 50% resina aniônica)

Dados obtidos a partir do site e fornecedora Liquid Filtros

Membrana Osmótica

O princípio da osmose reversa é simples: quando a água salgada ou contaminada é pressionada contra a membrana, os compostos dissolvidos (como os sais) não conseguem passar por ela, enquanto as moléculas de água pura podem atravessar. O resultado é uma água significativamente purificada, com uma alta taxa de remoção de sais e outras impurezas.

Dimensões e parametros:

  • Membrana de Osmose Reversa de 100GPD
  • Rejeita amplo espectro de impurezas com precisão de filtração ultra-alta de 0,001
  • taxa de produção sob condições ideais 97%
  • Pressão máxima de trabalho 200 Psi (7 kgf/c m²)

A carcaça para membrana é fabricada em polipropileno atóxico, branco, aprovada pela NSF sob a norma 58, FDA e homologada pela WQA

Dados obtidos a partir do site e fornecedora Filterinter

Bomba D´água

A bomba de agua foi escolhida a partir de duas análises, a primeira feita a partir do dimensionamento da bomda de água e calculos de perda de carga, que levam em consideração a percurso da dagua e a pressão de trabalho dos filtros para uma boa eficiência e vazão, e a segunda a partir dos parametros estabelecidos em conjunto pelos grupos de eletônica e energia.

Dessa forma o modelo escolhido foi uma bomba d´água de 100 Psi, 12 Volts e 36w.

Figura 2: Bomba dágua.

Reservatorio

Com capacidade máxima de 25 Litros, foi escolhido um reservatorio de água que irá armazenar a água dessalinizada. Foi realizada a aánalise e estipulou-se que para o ciclo de salinização temos eles feito em 2,5h , com produção de 8 litros por hora, totalizando 20 litros de agua dessalinizada por ciclo.

Figura 3: Barrica.

Estrutura metalica

Para conseguir ser algo modular, e acrescentando a praticidade de poder dispor no ambiente de forma que melhor se adequa, foi pensado uma geometria retangular que servirá se estrutura para filtros, bomba, e componentes eletrônicos, como mostrado na imagem abaixo.

Figura 4: Gaiola.

Ela será montada com barras de quadradas de perfil 20x20mm e uma espessura de 0.9mm. Esse material além de ser resistente a tensões aplicadas quando a estrutura for empilhada, também é facilmente encontrado em lojas de metalurgia, além de ser um material acessivel.

Calculo estrutural

Para atender os requisitos, a estrutura deve ser modular e com capacidade ser serem postas uma sobre a outra. Dessa forma fazemos algumas considerações iniciais, a carga sera uniformemente distribuida entras os 4 pilhares verticais que formam a nossa estrutura.

Figura 5: Diagrama.

Inicialmente vemos qual a tensão em um pilar desses quanto a estrutura é posta sobre outra, considerando o peso de 25kg.

\[Peso_{Caixa} = 25kg * 9,81\frac{m}{s^2} = 245,25N\]

São 4 pilares logo a carga por pilar é:

\[ Carga_{pilar} = \frac{245,25N}{4} = 61,31N\]

A área da seção transversal de cada pilar será:

\[Área_{seção} = Área_{inteira} - Área_{vazia}\]
\[Área_{seção} = 20*20 - (20−2×0,9)(20−2×0,9) = 68,76mm^2\]

A carga máxima que cada pilar pode suportar, considerando o limite de escoamento de 250 MPa e um fator de segurança de 2, é dada por:

\[F_{max} = \frac{\sigma_0 * Área_{seção}}{FS}\]

Onde:

  • \[\sigma_0 = 250 MPa\]
  • \[Área_{seção} = 68,76mm^2\]
  • \[FS = 2\]

Logo:

\[F_{max} = 8595N\]

Agora, para saber quantas caixas podem ser empilhadas sem ultrapassar a carga máxima suportada, usamos a carga por pilar e dividimos pela carga que cada caixa exerce sobre um pilar.

\[N = \frac{8595N}{61,31N} = 140 caixas\]

Para validar os calculos, e as considerações, vamos fazer a analise númerica da geometria correta recorremos ao software ANSYS para a analise computacional, que utiliza de metodo de elementos finitos para os calculos.

Utilizando o modelo 3D feito, vemos que o peso de uma caixa, calculada anteriormente de 245,25N ficará distribuida na supericie superior por completa com a orientação voltada para a base.

Figura 6: Orientação da força.

A malha refinada consta com 99931 nós e 49744 elementos.

Figura 7: Malha.

Realizado a simulação temos o resultado:

Figura 8: Resultados 1.
Figura 9: Autoria própria.

Vemos que p maior carregamento fica na estrutura superior nas vigas horizontais, e nos cantos de concentração de tensões, obtendo o valor maximo para tensão resultante, da aplicação de força de uma caixa sobreposta de 245,25N, de 3,93MPa.

Mantendo o mesmo fator de segurnça FS = 2. Podemos fazer os calculos de quantas caixas empilhadas a estrutura aguenta.

\[\sigma' = 3,93MPa * 2 = 7,86 MPa \]

Logo o numero de caixas que podem ser empilhas se dá pela razão da tensão de escoamento pela maxima tensão sofrida: \(\(N = \frac{\sigma_{0}}{\sigma'} = \frac{250MPa}{7,86MPa} = 31 caixas\)\)

Logo o maximo de estruturas que podem ser postas umas sobre as outras são 31 caixas completas com o sistema de filtragem.

Dimensionamento da Bomba

O dimensionamento em mecânica é o processo de definição das dimensões e especificações de peças e sistemas mecânicos para poderem suportar as cargas aplicadas e operar com segurança e eficiência. Este processo inclui cálculos de resistência dos materiais e a seleção adequada de materiais considerando os requisitos de cada aplicação. Além disso, fatores como vida útil, peso e custo são analisados ​​para garantir ótimo desempenho e segurança dos componentes durante a operação.

Dimensionamento de Bomba d'água

As bombas são dispositivos que cedem parte da energia de uma fonte motora a um fluido, a fim de transportá-lo de um ponto a outro. Esta energia pode fornecida através do aumento de velocidade, pressão ou ambos.

Perda de Carga do Sistema

Durante o fluxo, o fluido entra em atrito com a parede do tubo, resultando em perda de pressão (hf), que se refere à energia perdida pelo fluido por unidade de massa. Os acessórios utilizados, como conexões, válvulas, redutores e outros, também influenciam na perda de pressão. Dessa forma, podemos dividi-la em duas partes: perda de carga distribuída (hfr), que é a perda em trechos retos; e perda de carga local (hfl), que é a perda que ocorre no acessório. Assim como mostra Equação 1:

\[hf = hfr + hfl \tag{1} \]

Como a perda de carga distribuída irá depender do tipo de escoamento (laminar ou turbulento).

Escoamentos de Fluidos, Número de Reynolds e Fator de Atrito

  • Escoamento Laminar:

Ocorre quando as partículas de um fluido movem-se ao longo de trajetórias bem definidas, tendendo a percorrer trajetórias paralelas, apresentando lâminas ou camadas e tendo cada uma delas a sua característica preservada no meio. No escoamento laminar a viscosidade age no fluido no sentido de amortecer a tendência de surgimento da turbulência.

  • Escoamento Turbulento:

Ocorre quando as partículas de um fluido não se movem ao longo de trajetórias bem definidas, ou seja, as partículas descrevem trajetórias irregulares, formando minúsculos redemoinhos ou vórtex.

  • Número de Reynolds:

O número de Reynolds é um número adimensional, usado em mecânica dos fluidos, que caracteriza o comportamento global de um fluido. A partir dele, podemos determinar a natureza do escoamento (laminar ou turbulento) dentro de um tubo ou sobre uma superfície.

Para o escoamento em tubos, o número de Reynolds é calculado da seguinte forma da equação 2:

\[Re=\frac{\rho Vd}{\mu}\tag{2} \]

Sendo;

ρ: Massa específica do fluido

V: Velocidade de escoamento do fluido

d: Diâmetro interno do tubo

μ: Viscosidade absoluta

E para determinarmos o tipo de escoamento, os seguintes critérios são seguidos:

Re < 2000 – Escoamento Laminar

2000 < Re < 4000 - Escoamento Transitório

Re > 4000 – Escoamento Turbulento

  • Fator de Atrito:

O fator de atrito f é função do número de Reynolds e da rugosidade relativa \(\varepsilon\)/D da tubulação, onde \(\varepsilon\) é a rugosidade e D é o diâmetro do tubo. Isso é válido exceto quando o escoamento é laminar, onde f depende apenas de Re; e no escoamento completamente turbulento, para o qual os valores de Reynolds são bastante altos e f passa a depender somente da rugosidade relativa

O valor da rugosidade do tubo pode ser obtido em tabelas que o informam de acordo com o material utilizado.

Perda de Carga Distribuída

A perda de carga distribuída pode ser expressa como a perda de pressão devido ao atrito do fluido com as paredes do tubo, geralmente representa a maior parcela da perda de energia pelo fluido numa tubulação.

Perda de Carga Distribuída no Escoamento Laminar

Podemos calcular a perda de carga distribuída no escoamento laminar utilizando a equação da de Darcy-Weisbach:

\[Re=f\frac{L}{d}\frac{ V^2}{ 2g}\tag{3} \]

Perda de Carga Localizada

A perda de carga localizada é definida como a perda de energia por unidade de peso que ocorre nos acessórios, tais como válvulas, curvas, retenções, filtros etc. Para sistemas pequenos com muitos acessórios, a perda localizada pode até exceder a perda distribuída.

O cálculo da perda de carga localizada pode ser feito usando essa fórmula da equação 4.

\[ℎ𝑓r=k\frac{ V^2}{ 2g}\tag{4} \]

Onde K expressa a influência do atrito, do diâmetro e do comprimento referente ao acessório utilizado. Os valores de K são tabelados e fornecidos pelos fabricantes.

A fórmula acima deve ser utilizada para cada acessório separadamente e então, depois, deve ser somada cada parcela da perda para que se possa obter a perda de carga localizada total.

Teorema de Bernoulli

O teorema de Bernoulli representa um caso particular do princípio da conservação de energia, expressando que num fluido ideal, a energia se conserva ao longo de seu percurso. A energia total de um fluido pode se apresentar das seguintes formas: energia de pressão, que é a energia do fluido devido à pressão que possui; energia cinética, que é a energia devido à velocidade do fluido e a energia potencial gravitacional, que é a energia devido à altura que se encontra o fluido.

A energia de pressão por unidade de peso em um determinado ponto do fluido é definida como:

\[E_{p}=\frac{ P}{ \gamma}\tag{5} \]

Sendo:

P: a pressão atuante num ponto do fluido

ɣ: o peso específico do fluido.

A energia cinética por unidade de peso é definida como:

\[E_{c}=\frac{ V^2}{ 2g}\tag{6} \]

Sendo;

V: velocidade do fluido

g: aceleração da gravidade

A energia potencial gravitacional por unidade de peso em um ponto do fluido é definida como a cota (Z) deste ponto em relação a um determinado plano de referência.

Considerando-se um escoamento permanente e um fluido ideal, a energia total em qualquer ponto do fluido é constante e é dada pela soma das energias de pressão, cinética e potencial gravitacional. A expressão geral da equação 8 do Teorema de Bernoulli fica assim;

\[\frac{ P_{1}}{ \gamma}+\frac{ V^2_{1}}{ 2g} + z_{1} = \frac{ P_{2}}{ \gamma}+\frac{ V^2_{2}}{ 2g} + z_{2}\tag{8} \]

Solucionando

Utilizando-se a equação (8) da energia para escoamento permanente e colocando perdas e atrito. A equação fica assim:

\[\frac{ P_{1}}{ \gamma}+\frac{ V^2_{1}}{ 2g} + z_{1} = \frac{ P_{2}}{ \gamma}+\frac{ V^2_{2}}{ 2g} + z_{2} + h_{pd} + \sum h_{pl} + h_{B} \tag{9} \]

Em que \(h_{B}\) é o acréscimo de altura através da bomba. Mas, como pressão ambos lado são pressão atmosfera, portanto,\(P_{1}\) = \(P_{2}\).

A velocidade do fluido de entrada e saída aproxima de 0, assim \(V_{1}\) = \(V_{2}\) \(\approx\) 0. E altura do reservátorio é mesmo da bomba, portanto \(z_{2}\)=0. Colocando-se equação para a altura da bomba;

\[ h_{B}= z_{1} + h_{pd} + \sum h_{pl} \tag{10} \]
\[ h_{B}= 0,40m + \frac{ V^2}{ 2g} (\frac{ fL}{ d} + \sum K) \tag{11} \]

Considerando a vazão bomba de 4,5L/m que é igual \(7,5x10^{-5}\) \(m^3/s\). E diâmetro da entrada e da saída da bomba possui 6,5mm.

Calcule-se à velocidade;

\[v=\frac{Q}{A}\]
\[v=\frac{7,5x10^{-5}}{\frac{ \Pi }{ 4}(0,0065)^2}\]
\[v=2,26m/s\]

Os valores dos comprimentos equivalentes referentes a cada acessório foram utilizado na tabela (1)

Figura 10: Tabela de perda.
Fonte: NBR 5626/82

Com isso, foram listados os acessórios que vão ser utilizada no dimensionamento e respectivas valores do K, como mostra na tabela (2).

Quantidades K
Curva de 45º 19 0,3
Joelho de 90º 5 1,2
Filtro de sedimento 1 0,5
Filtro de carvão ativado 1 1,0
Membrana de osmose 1 3,0
Entrada e saída do tubo 2 1,0

Tabela 2 - Lista dos coeficientes de perda localizada.

\[\sum K=18,2\]

Os valores de k para os filtros de osmose reversa doméstica foram obtidos a partir de fontes técnicas, incluindo o Hydronix Water Technology, fabricante de sistemas de filtração, e o manual técnico DuPont FilmTec Reverse Osmosis and Nanofiltration Membrane Manual, que oferece orientações detalhadas sobre o desempenho e a perda de carga associada a membranas de osmose reversa.

Calcule-se o número de Reynolds e fator de atrito do tubo;

\[Re_{d}=\frac{vd}{\nu}\]
\[Re_{d}=\frac{2,26*0,0065d}{1,02*10^{-6}}\]
\[Re_{d}=14401,96\]

A rugosidade absoluta para PVC utilizou-se a figura (2)

Figura 11: Valores recomendados de rugosidade para dutos comerciais.
Fonte: WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos. 6. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2011.

Assim, calcule-se rugosidade adimensional para ser utilizada no diagrama de Moody da figura(3).

\[ \frac{\varepsilon }{D}=\frac{0,0015mm}{6,5mm}\]
\[\frac{\varepsilon }{D}=0,000231\]
Figura 10:O atrito em tubos com paredes lisas e rugosas.
Fonte: WHITE, Frank M. Mecânica dos fluidos. 6. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2011..

Consequentemente, o fator de atrito ficou \(f \approx 0,015\).

Substituindo na Equação (11)

\[ h_{B}= 0,40m + \frac{ V2,26^2}{ 2*9,81} (\frac{ 0,015*15}{ 0,0065} + 18,2) \]
\[ h_{B}= 14,15\]

A bomba deve fornecer uma potência hidráulica;

\[P=\rho gQh_{B}\]
\[P=1000*9,81*7,5*10^{-5}*14,15\]
\[P=10,41 w \]

Considerando um rendimento da bomba d'água entre 40% a 60%, adotou-se \(\eta = 0,4\). Esse valor foi escolhido com base nas condições operacionais típicas da bomba.

\[ \eta =\frac{P_{hidráulica}}{P_{consumida}} \]
\[P_{con}=26 w \]

Logo, a potência mínima instalada neste projeto deve ser superior a 26 W. Consequentemente, qualquer valor de potência acima desse valor será adequado para atender às necessidades do projeto.

Histórico de versão

Data Versão Descrição Autores Revisor
27/11/2024 1.0 Construção do Documento Giovanna Palheta   
30/11/2024 2.0 Simulação e cálculo estrutural Arthur Rodrigues   
01/12/2024 2.1 Simulação atualizada Arthur Rodrigues Mylena  
31/01/2024 3.0 Circuito Hidráulico Giovanna Palheta